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Cirurgias

Enxertos de gordura

Com o recente reconhecimento da importância do preenchimento de tecidos moles com fillers, o enxerto de gordura tem vindo a assumir um papel cada vez mais importante tanto como tratamento adjuvante, assim como procedimento primário em cirurgia estética. Numerosas áreas do corpo são passíveis de enxerto de gordura para restaurar o contorno e a sua aparência normal. O abdómen e a face medial das coxas são os locais dadores habitualmente escolhidos (lipoaspiração).

Importante:
A reabsorção ocorre em todos os casos de enxerto de gordura. Com base no conhecimento médico actual, estima-se que 30 a 40% da gordura transferida não terá a quantidade adequada de oxigénio e nutrientes. Existem alguns passos importantes a serem tomados a fim de melhorar o resultado do enxerto de gordura e diminuir a taxa de reabsorção. Primeiro, os pacientes devem ser suficientemente saudáveis para serem submetidos a este procedimento. Doenças cardiovasculares e diabetes irão prejudicar a oferta de oxigénio. Idades avançadas e doenças pulmonares também reduzem a taxa de oxigénio nos tecidos. Os pacientes devem parar de fumar por um período mínimo de seis meses antes da cirurgia, já que o tabagismo também reduz significativamente a oferta de oxigénio, aumentando os riscos de reabsorção de gordura. Em doentes previamente submetidos a procedimentos de lipoaspiração, a remoção de células de gordura de áreas de tecido cicatricial aumenta a probabilidade de colheita de células danificadas.

CUIDADOS PÓS-OPERATÓRIOS
A injecção de tecido adiposo irá criar edema significativo nos tecidos receptores. O paciente deverá estar preparado para um período de recuperação prolongado. Apesar de a maioria dos pacientes estarem apresentáveis ao fim de duas a quatro semanas, devem estar preparados para um ligeiro edema durante dezasseis semanas.

COMPLICAÇÕES
A taxa de complicações com enxertos de gordura é extremamente baixa quando comparada com a maioria das técnicas cirúrgicas abertas. No entanto, podem ocorrer complicações como danificação de estruturas adjacentes (nervos, músculos, glândulas, vasos sanguíneos) e infecção.
As complicações mais comuns deste procedimento estão relacionadas com questões estéticas, tais como excesso ou deficiência de gordura injectada numa determinada área. O segundo problema mais comum é a presença de irregularidades, que podem ser de natureza intrínseca do paciente, da técnica usada, e da migração após o enxerto.

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